Você sabia?


Fossas das Marianas Ou Fossas Abissais

As fossas abissais até agora é reconhcecido como o lugar mais profunfo da terra 11.034[1] metros de profundidade e se enconta no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas.
 O ponto mais profundo da fossa foi sondado pelos navios Challenger e Challenger II, da Marinha Real. O local foi batizado, então, de Challenger Deep. O fundo da fossa das Marianas foi atingido em 1960 pelo batiscafo Trieste, da marinha estadunidense tripulado pelo tenente Don Walsh e o cientista suíço Jacques Piccard, que passaram 20 minutos no fundo do oceano, numa expedição que durou ao todo 9 horas.[2]
Só pra ter uma ideia ai vai uma imagem abaixo
  
Essas imagens so foi para ter a ideia de onde a profundidade dela atinge, a profundidade dela do inicio ao fim chega ser maior que o Monte Everest.
Nas fossas abissais contem peixes muitos estranhos quando vi me assustei vou colocar duas fotos mas tem muitos mais peixes abissais lá.
Peixe Lindo

















obs: se voce ver um desse você ja era!!!!


  Esse é um pouco mais feio







Esses peixes vivem na fossas abissais e dificilmente,raramente pra mim nunca você vera um desse.










Anzol circular captura mais um peixe desconhecido

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Nas profundezas do mar de Praia do Forte, em cerca de 800 m, pesquisadores do Projeto Tamar fisgaram dois raros exemplares de um peixe gigante batizado de ‘Dragão Cabeça de Cavalo’. Resultado de pesquisas científicas com anzóis circulares, que o Tamar vem realizando desde 2006, a descoberta entusiasmou os estudiosos por sua importância e ineditismo. O peixe pode ser de uma espécie ainda não conhecida e, com seus 2,14 m, é um dos maiores exemplares já encontrados em águas brasileiras.

De acordo com Guy Marcovaldi, Coordenador Nacional do Projeto Tamar-ICMBio, a importância científica desta descoberta é significativa e embora ainda estejam identificando adequadamente os exemplares capturados, já se pode perceber que se trata de um peixe difícil de encontrar. “Tanto pode ser o raro Trachipterus jacksonensis como uma espécie ainda não conhecida em águas brasileiras. Os Dragões são bastante raros, com relativamente poucos registros no Brasil e o fato de dois serem capturados em um mesmo local é ainda mais incomum. Da mesma forma, um Dragão com mais de 2 metros de comprimento é ainda mais difícil de ser observado”.

O que se sabe até agora sobre o peixe é que pertence à ordem dos Lampridiformes, a mesma do exuberante Peixe Sol. Como explica o ictiólogo Alfredo Carvalho, colaborador do Projeto Tamar-ICMBio, eles parecem bem diferentes, mas os cientistas classificam esses peixes em uma mesma ordem por semelhanças de seus esqueletos. Por serem tão diferentes são classificados em famílias distintas: o Peixe Sol é um Lampridae e o Dragão é um Trachipteridae. Tanto um como outro são peixes que vivem nas águas abertas do oceano, e o Dragão ocorre em uma zona do mar chamada de mesopelágica, na coluna da água entre os 200 e os 1.000 metros de profundidade.

As pesquisas em águas profundas do Projeto Tamar já reúnem diversas descobertas, incluindo registros de espécies desconhecidas da Ciência em águas do Brasil e do Atlântico Sul. Peixes e crustáceos muito diferentes de tudo o que estamos acostumados a ver têm sido coletados além dos 500 m de profundidade, utilizando as mais diversas técnicas, com destaque para os anzóis circulares.

Os Dragões comem pequenos peixes, lulas, camarões e outros crustáceos pelágicos, que capturam com sua enorme boca em forma de tubo. São geralmente de cor prateada com as nadadeiras vermelho-vivo e podem ter algumas marcas escuras no corpo. Praticamente nada se sabe sobre seus hábitos e reprodução além de que seus ovos são flutuantes, grandes e de cor vermelha.

As lendas sobre Dragões Marinhos do passado, de grande tamanho, que eram vistos na superfície, originaram-se de encontros com peixes como esses capturados no dia 26 de agosto de 2010, na Bahia.